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Descartável, o blog.


            Uns amores, uns esforços, uns amores, uns sofrimentos para dar conta... E notei, notei de relance e surpresa explícita: não sei o que sentir.

            Perdida em um meio qualquer, com fins incertos. Chorar por não entender, por querer e não saber, ao certo, o que se quer. Uma ferida que sangra pelo prazer de sangrar, ver o vermelho tomar formas tortas, etéreas, toscas. Fingir sinceramente que não há dor e que há felicidade. Fingir, fingir, fingir.

            Olhar para os lados e não ver motivos para sair da inércia, para sorrir ou cair em prantos. É este o sentimento. É esta a falta de sentido. A incerteza. Há amor em cada detalhe e asco se analisarmos o todo.  

            Descrever o stress é engraçado: paradoxos, logaritmos, allí, terra brasilis, latossolo, Hugo de Capeto, Sahlins, Aristóteles, mitoses, pressões, óxidos... Não importa. Nada adianta. I must have done something right.

            E quer saber? Stress pra quê?

(o que resta é o café... Não é?)



Escrito por Pri Bellini às 18h33
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