Meu Perfil
BRASIL, Mulher, de 12 a 15 anos, Portuguese, English



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Literantes!
 Meu perfil (orkut)
 Poeira no Vento *-*
 Blog da Marina *-*
 Crônicas agudas (da marida *-*)
 Our frozen mix *-*
 Le dandisme bresilien


 
 
Descartável, o blog.


O bom filho à casa torna.

         E agora começarei todos os textos em “e”. Ao inferno com a Gramática! Talvez porque eu esteja cansada de colocar toda mudança como um ponto-final para algo vivido. Não quero pontos, não quero, não quero. E lhe conto agora meus recentes “es”.

         E a Juliana contou-me que vai casar, veja só – 16 anos e já decidiu-se, resoluta. E a Lênin, a Helena das Fadas, dançará Wish you were here no balé – e quem duvida de que eu chore? E acabou uma das boníssimas fases da minha vida – talvez o “e” mais complicado, mas o que me faz agradecer tantas e tantas vezes. E errei, e sorri, e quis, e reagi e parei de falar e fui fria e explodi e... Ah, bruta flor do querer! E hoje acordei ouvindo Caetano, depois ouvi Oswaldo Montenegro – estou poética, talvez ínfima, talvez entregue demais. E talvez eu reencontre meus amados do antigo colégio. E o Evermando me fez gostar mais das ciências sociais. E a Lígia me fez gostar mais dos árabes – mais ainda? E ouvi Frejat, ora essa, e fui piegas – até demais, mas o arrependimento não me ocorre de imediato. E... E... As palavras me faltam. E, Clarice, eu sinto sua falta – não me deixe só, não há texto que me complete tanto quanto o seu. E, Caio Fernando, não me abandone também – pelo contrário, (ora!) me venha, venha cá que preciso. E a marida me doa rios de saudade.

         Há infinitos “e” a serem inseridos nisso tudo. Pedi perdão a mim mesma por não mais publicar o que escrevia – publicarei aos poucos, aos poucos e com riqueza de datas. E me dói concluir este texto, e me dói por o ponto-final no que vivemos e no que sentimos (talvez nós, talvez seja apenas singular), e me dói e... Ela valsando só na madrugada, se julgando amada ao som dos bandolins.”

 

P.S. Não sei se fiz certo em parar de escrever por um tempo, por aqui. Mas voltei, pois o bom filho à casa torna, meus amados. Em breve postarei um vídeo interessante com a declaração de amor do David Lloyd ao Descartável, que tal?

P.S.2 Também não sei se fiz certo em estar agora tão... Sincera. Mas que se dane. Não sei e nada sabemos. Eu me entreguei ao instinto de sentir - sem forçar obstáculos ao que era pura e violentamente sentimental. A dama de ferro não é de ferro, senhores – não é.

 



Escrito por Pri Bellini às 21h53
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]